Missões - o que tens feito?

quinta-feira, 17 de julho de 2025

 "Transforme sua Igreja em um Lugar de Influência na Era Digital e Amplie seu Impacto como Líder Cristão!"

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sábado, 26 de abril de 2025

Quer ganhar um excelente livro sobre liderança?


Campanha - Leia a Bíblia e participe do nosso Blog
*Projeto Expansão Filadélfia*

Tema da campanha: "Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam." João 5.39

( Jó 42.2 / 05 Mar 25 )

Amados internautas, no dia 30 Abr 25, iremos presentear com o excelente livro Na alça de mira - A visão do Subordinado, de W. Floyd, e mais um 'brinde surpresa', o internauta que nos enviar um versículo bíblico para o e-mail claudiobbernardes@gmail.com ou para o WhatsApp (21) 96911-4090 com o título 'sorteio livro'.

A partir de 05 Mai 25, se visualizar o seu versículo (escolhido por este editor) publicado como topo desta postagem neste formato: 
Jó 42.2 / 05 Mar 25 )logo abaixo do 'Tema da Campanha', aí então o livro é seu. Em seguida o ganhador deverá nos enviar o endereço no qual deseja receber o livro para o mesmo e-mail ou WhatsApp acima com a palavra livro.

Escolha o versículo aqui: http://www.bibliaonline.com.br/ 

Atenção: A entrega do livro e do brinde surpresa será feita apenas em locais de acesso para os Correios e em Território Nacional (Brasil).

"O sábio tem fome de conhecimento, enquanto os tolos se alimentam de insensatez." Provérbios 15.14 - Bíblia Sagrada

PARTICIPE e seja um Seguidor deste site!

E caso queira adquirir o livro Na Alça de Mira - A visão do subordinado, por favor, peça pelo nosso WhatsApp: (21) 96911-4090 _ por R$ 34,90

sábado, 1 de março de 2025

A Sala do Trono (Apocalipse 4.1)

        "Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz, que como de trombeta ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer." Ap 4.1

        Versículo 1 do Cap 4 do livro do Apocalipse, o livro da revelação sobre o apocalipse - O apóstolo João, já avançado em idade, por amor a Palavra de Deus, foi lançado na ilha de Patmos, e lá o Senhor Deus dá a ele a revelação que acabamos de ler. O Apóstolo teve diversas visões sobre diversas coisas: o Reino de Jesus, o arrebatamento da Igreja, a grande tribulação, a derrota de Satanás e a eternidade. E dentre tantas visões que Deus lhe dera. Ele lhe deu esta aqui. Aqui o Apóstolo tem uma visão do interior da Sala do Trono, a Sala que governa todo o Universo.

Mas para que possamos falar da Sala do Trono, gostaríamos de vos lembrar que, todo Rei tem o seu palácio e todo palácio é dividido por salas, cômodos, repartições, câmaras e recamaras. E os palácios do reis são conhecidos pela sua grandeza e beleza. Pela obra que quando você enxerga fica espantado pela sua exuberância. E todo palácio de um rei tem três salas que se destacam na sua importância:

1ª - A Sala do Banquete – Todo palácio tem a sua sala do banquete . Que nós chamamos de a sala da alegria. Onde o rei recebia seus convidados com suas festas, músicas e o rei se descontraia. A Sala do Banquete era muito grande. Se lermos o Cap 5 do Profeta Daniel veremos que o rei Belsazar deu uma festa para mil convidados. Imaginem o tamanho dessa sala. A Sala do Banquete é onde se revela um rei alegre, descontraído, onde o rei vivia a sua vida social com seus amigos mais influentes. Onde se revela toda fartura de um reino. Não diferente ao nosso Rei Jesus que, no seu Palácio Eterno, também tem a sua Sala do Banquete. E quando nós ouvirmos o toque da última trombeta, que essa matéria for transformada em um corpo incorruptível, nós adentraremos a Sala do Banquete Eterno. Aleluia! Cearemos com Ele e Ele ceara conosco. O sábio Salomão escrevendo disse: “E levou-me a sala do banquete e o seu estandarte era o amor.” Vale a pena esperar mais um pouco, orar mais um pouco, sofrer mais um pouco, chorar mais um pouco, lutar mais um pouco, porque muito em breve adentraremos a Sala do Banquete Eterno. Aleluia!

        2ª - Sala que se destaca na sua importância é a Sala da Tesouraria: A Sala da Tesouraria era o lugar onde estava depositado ou guardado todo tesouro de um reino. A Sala da Tesouraria ela era tão importante que certa feita Deus repreendeu um rei (Ezequias) por ter levado uma pessoa estranha e mostrado todo os seus tesouros. Na Sala da Tesouraria só vai pessoas de alta confiança. Essa Sala é onde se revela toda riqueza e todo poder de compra de um reino. Assim também é o nosso Rei Jesus que tem a sua Sala dos seus tesouros eternos. E nessa Sala muitos são chamados, mas poucos são os escolhidos. Se você já entrou nela glorifique a Deus, porque você é um privilegiado. Conhecemos um que entrou nela e ficou boquiaberto, que foi o Apóstolo Paulo. Quando ele chegou nela ele disse: “Oh quanta profundidade de conhecimento, de sabedoria e riqueza.” Aleluia! Quando Paulo viu aqueles tesouros eternos ele bradou dizendo: “Agora ninguém e nada me separará do amor de Cristo, porque eu aprendi a viver tendo tudo como se possuísse nada e tendo nada, mas como se possuindo tudo.” Louvado seja o nosso Rei Jesus! Aleluia!

3ª - Sala é a Sala do Trono. A Sala do Trono é um conjunto de coisas, por exemplo: a Sala do Trono tem o trono, o rei, suas vestes reais, a coroa, o cetro na mão. É onde se revela toda glória e beleza de um rei. Na Sala do Trono só entrava aquele a quem Ele estendia o cetro, os mais íntimos.
Maravilhoso é que João viu a Porta da Sala do Trono do Rei dos reis aberta. Aleluia! Estamos falando da Sala que governa todo Universo, que governa a minha e a sua vida, que governa a igreja e que governa tudo. A porta está aberta! Aleluia! E qual é o segredo? O que tem a ver isso, Pr.? A pior coisa que existe é você depender de alguém e quando você procura encontra a porta fechada e uma plaquinha lá: Só vamos abrir ao meio dia, ou, estamos em greve. Esta aqui foi aberta tem 2000 anos! Lá no alto do calvário! O Escritor aos Hebreus disse que, pelo véu, que é a carne de Jesus rasgada por nós no alto do Calvário - agora temos acesso a Deus, ou seja, a porta está aberta!!! 
Então deixe de ser pedinte! Não mendigue mais as coisas! Vá direto a Deus! Porque a Porta da Sala do Trono dEle está aberta!  Não tem feriado! Não tem fim de semana! Os anjos não entram em greve! Não há eleição para tirá-lo de lá! Ele é eleito desde a eternidade! E quem entra lá? Entra o branco, entra o preto, o rico, o pobre. Basta ser lavado e redimido pelo sangue de Jesus! A porta está aberta! Aleluia! O sábio Salomão disse que ela funciona de madrugada: “Eu amo aqueles que me amam, e os que de madrugada me buscam, me acharão.” É diuturnamente. Ela não fecha nunca. Entra por ela... O crente que entra aqui e não entra lá, entra vazio e sai vazio; o crente que entra aqui e não entra lá, entra cabisbaixo e sai triste; o crente que entra aqui e não entra lá, entra precisando de vitória e sai precisando de vitória. Mas o crente que entra aqui e entra lá, ele entra vazio e sai cheio; o crente que entra aqui e entra lá, ele entra triste e sai alegre; o crente que entra aqui e entra lá, ele entra precisando de vitória e sai com a vitória garantida; o crente que entra aqui e entra lá, ele entra perseguido, mas sai com a bandeira na mão dizendo: O Trono me recebeu! Eu sou mais do que vencedor! Aleluiaaaa!!!

A porta está aberta! Oh Glória! Aleluia! Louvado seja o nome do nosso Rei Jesus! Amém!
Certamente o “O SENHOR te abrirá o seu bom tesouro.” (Deuteronômio 28.12a)
(Extraída do DVD A Sala do Trono - do Pr. Elson de Assis)

Louvor: Sala do Trono

domingo, 28 de abril de 2024

Tema: *“Anunciem a Glória de Deus entre as Nações” Sl 96.3*

 *Sermão missionário sob o tema: “Anunciem a Glória de Deus entre as Nações” Sl 96.3*

 Amados irmãos e irmãs, hoje estamos aqui reunidos sob a sombra da cruz de Jesus Cristo, para contemplar uma verdade eterna, uma missão que foi confiada a cada um de nós. Nosso texto base vem do Salmo 96, verso 3, que diz: "Anunciem a sua glória entre as nações, seus feitos maravilhosos entre todos os povos."

Este é um chamado divino que ecoa através das eras, um chamado que transcende fronteiras, culturas e gerações. É um chamado para você e para mim, um chamado que não podemos ignorar.

 A Glória de Deus

Primeiramente, vamos entender o que é a glória de Deus. A glória de Deus é o peso de Sua majestade, a manifestação de Sua presença, a expressão de Sua perfeição. É tudo que Ele é e tudo que Ele faz. Quando olhamos para a criação - o sol, a lua, as estrelas - estamos vendo a obra das mãos de Deus. Quando olhamos para a cruz de Cristo, estamos vendo o coração de Deus, expresso em sacrifício e amor indizível.

 O Poder dos feitos de Deus

Deus não é apenas um criador distante; Ele é um redentor ativamente envolvido com Sua criação. Os "feitos maravilhosos" que o salmista menciona são as ações poderosas de Deus ao longo da história - desde a criação do mundo até a redenção na cruz, e além, na ressurreição e ascensão de Jesus. E cada milagre, cada transformação de vida hoje, é uma continuação dessa história gloriosa.

 Nossa missão

Então, o que significa "anunciar a sua glória entre as nações"? Significa que cada um de nós tem a responsabilidade e o privilégio de compartilhar essas boas novas, o Evangelho de Jesus Cristo, com todos aqueles que ainda não ouviram. Isso significa ir, enviar, apoiar e orar. Mas também significa viver de maneira que outros possam ver Cristo em nós no nosso cotidiano.

Irmãos, há bilhões de pessoas no mundo hoje que ainda não conhecem a Jesus. Pense nisso! Bilhões que ainda estão caminhando em trevas, buscando esperança e não encontrando. Eles precisam da luz do Evangelho!

 Como anunciar a Glória de Deus?

1. *Oração*: Tudo começa com a oração. Oremos para que Deus abra as portas, prepare os corações e envie trabalhadores para a Sua colheita.

2. *Vida consagrada*: Vivamos de maneira que reflita a glória de Deus. Que nossas palavras, nossas ações e até nossos pensamentos sejam alinhados com a vontade de Deus.

3. *Evangelização ativa*: Usemos cada oportunidade para falar de Cristo. Seja com um vizinho, um colega de trabalho, através de missões locais ou internacionais. Não podemos ficar em silêncio!

4. *Apoio à Missões*: Podemos apoiar aqueles que foram chamados para ir fisicamente. Com recursos, com orações e com encorajamento, todos temos um papel a desempenhar.

 A urgência da missão

Meus queridos, o relógio não para. A cada dia que passa, milhares entram na eternidade sem Cristo. Qual será nossa resposta? Vamos ficar parados enquanto o mundo perece? Ou vamos atender ao chamado de Deus para ser luz em um mundo em trevas?

 Conclusão

Que ao sairmos daqui hoje, saiamos com um novo compromisso em nossos corações. Um compromisso de não apenas ouvir a Palavra de Deus, mas de fazê-la. Que possamos dizer, como o profeta Isaías disse: "Eis-me aqui, Senhor!"

Que Deus nos abençoe e nos use como instrumentos de Sua paz e Sua glória entre todas as nações. Amém!

*Sermão missionário sob o tema: Sl 96:3*

 *Sermão missionário sob o tema: "Declarai a Sua glória entre as nações e os seus feitos maravilhosos entre todos os povos" Sl 96.3*

 Irmãos e irmãs em Cristo, estamos reunidos hoje para refletir e agir segundo uma convocação divina que ressoa através dos tempos, capturada de forma sublime do Salmo 96 e verso 3, onde o Salmista nos instrui: "Declarai a sua glória entre as nações e os seus feitos maravilhosos entre todos os povos".

Este é um chamado que não podemos ignorar, pois a glória de Deus, amados irmãos, é um esplendor a ser exibido nas maiores alturas e proclamado nas amplas extensões da Terra.

 A Glória de Deus revelada

Deus, em sua infinita majestade, escolheu revelar-se através das Escrituras, da criação e supremamente, através de seu Filho, Jesus Cristo, o Resplendor da Sua glória. Cada estrela no céu, cada flor no campo, cada sorriso de uma criança, fala do Seu poder criador e do Seu cuidado amoroso. Contudo, é na cruz de Cristo que a Sua glória brilha mais intensamente, onde o amor, a justiça e a misericórdia se encontram.

 O chamado missionário

Este versículo não é apenas uma afirmação; é uma ordem direta. "Declarai!" É uma ação ativa e contínua. Não somos meros espectadores da fé, mas participantes ativos. Deus nos chama para sermos embaixadores de Cristo, levando a mensagem do Evangelho a todos os cantos da terra. Este chamado é para todos nós, não apenas para alguns escolhidos. Cada um de nós tem uma missão divina, um campo de atuação designado pelo Senhor.

 A importância das nações

O foco aqui está nas “nações”, em “todos os povos". Nosso Deus é um Deus de diversidade e inclusão. A Sua glória deve ser conhecida por cada grupo étnico, cada cultura e cada língua. Não há uma pessoa que não precise ouvir do amor salvador de Jesus. Este é o coração de Deus, um coração que ama cada pessoa, em cada nação, indistintamente.

 Ação prática e oração

Como, então, podemos viver este chamado do Senhor? Sabemos que alguns são chamados para ir fisicamente às nações; outros são chamados para enviar ou apoiar. Mas todos nós podemos agir através da oração fervorosa. Todos podemos ser intercessores na obra missionária. Disso não podemos nos furtar. Oremos por portas abertas para o Evangelho, por corações preparados para receber as Boas Novas e por mais trabalhadores para a Seara, pois ela é grande e os trabalhadores são poucos.

Por tanto, todos podemos viver de maneira missional, refletindo a glória e a santidade de Cristo em nosso cotidiano.

 Conclusão

Quando obedecemos ao chamado de declarar a Sua glória entre as nações, estamos participando do propósito eterno de Deus. Estamos dizendo ao mundo que há esperança, há amor e há salvação em Jesus Cristo.

Que a nossa resposta ao chamado de Deus seja como a de Isaías: "Eis-me aqui, Senhor!" Que possamos viver e respirar este chamado com todo nosso ser. Amém!

sábado, 5 de agosto de 2023

Tema: Missões - Espalhando Luz em meio às Trevas (Atos 13.47)

 Tema: Missões - Espalhando Luz em meio às Trevas (Atos 13.47)

 Querida congregação,

 Hoje, reunimo-nos aqui para refletir sobre um tema essencial para o coração do cristão: Missões. Missões são como raios de luz que atravessam as densas trevas deste mundo de horror, iluminando os corações dos perdidos e levando a esperança e a salvação aos necessitados. Nossa inspiração para esta mensagem é encontrada no livro de Atos dos Apóstolos, capítulo 13, versículo 47, onde lemos: "Porque assim nos ordenou o Senhor: Eu te pus para luz dos gentios, para que sejas para salvação até aos confins da terra." - Bíblia do Culto_Almeida Revista e Corrigida (ARC)

 Nesta passagem, vemos uma comissão dada por Jesus aos seus discípulos, aqui ratificada por intermédio do Apostolo Paulo na sua pregação na sinagoga de Antioquia da Pisídia, que ecoa até os dias de hoje para todos nós, seguidores do Senhor. Somos chamados a ser luz para os gentios, para ir além de nossas fronteiras, das nossas comunidades e igrejas locais, e levar o evangelho de luz aos confins da terra.

 Quando olhamos ao nosso redor, não podemos ignorar as trevas que cercam a humanidade. O pecado, o desespero, a dor e o vazio são visíveis em todos os lugares. As pessoas buscam desesperadamente algo que preencha o vazio em seus corações, e muitas vezes procuram em todas as direções, exceto na direção de Deus. É nosso dever e nossa responsabilidade mostrar o caminho da verdade, compartilhando o amor e a graça de Jesus Cristo com todos os que estão perdidos.

 As trevas do mundo podem parecer assustadoras, mas a Escritura nos assegura que a luz de Cristo é maior e mais poderosa. Jesus disse em João 8.12: "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida." E como seguidores de Cristo, somos chamados a refletir essa luz para aqueles que ainda não a conhecem.

 Quando olhamos para os primeiros discípulos de Cristo, percebemos o seu fervor missionário. Eles não se contentaram em manter o evangelho para si mesmos; eles foram impulsionados pelo Espírito Santo para compartilhar essa mensagem transformadora com outras pessoas. E o resultado? O evangelho se espalhou como fogo em um campo seco. As trevas foram dissipadas, e muitos se voltaram para o Salvador da humanidade.

 Hoje, vivemos em tempos diferentes, mas a tarefa não mudou. Ainda temos o mesmo chamado para levar a luz do evangelho de Jesus a todos os povos, culturas e nações. Isso pode acontecer também através do apoio a missionários que estão espalhados pelo mundo, das nossas orações em favor das nações não alcançadas e através do testemunho vivo de nossa fé em nosso cotidiano.

 Não podemos negligenciar o impacto que nossas vidas podem ter no cumprimento dessa grande comissão. A missão transcende fronteiras geográficas; ela começa em nossos próprios corações, em nossas famílias, locais de trabalho e vizinhanças. Ao amarmos uns aos outros como Cristo nos amou e ao compartilharmos a esperança que há em nós, estaremos espalhando a luz em meio às trevas.

 Se queremos ser verdadeiros agentes de mudança neste mundo, precisamos estar dispostos a sair da nossa zona de conforto e seguir a direção do Espírito Santo. Podemos não ter todas as respostas ou sermos dotados de todas as habilidades, mas Deus nos capacitará e guiará em nossa jornada missionária, e com a Sua gloriosa promessa: “Eis que Eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.” Mateus 28.20b Oh glória!

 Portanto, queridos irmãos, abracemos a comissão de espalhar a luz em meio às trevas. Sejamos sensíveis ao chamado de Deus e estejamos dispostos a seguir onde Ele nos conduzir. Lembremos sempre que não estamos sozinhos nessa tarefa; o próprio Deus está conosco, e Ele é a nossa força e fortaleza.

 Que nossa paixão por Missões seja reavivada e que possamos ser luz, não apenas por palavras, mas através de nossas ações e testemunhos diários. Que o mundo veja a luz de Cristo brilhando em nós e seja atraído para a verdade que liberta e transforma. Com isso, estaremos cumprindo o chamado do Senhor e contribuindo para espalhar a luz em meio às trevas.

 Que a graça e a paz de nosso Senhor Jesus Cristo estejam com todos vós. Amém!

Tema: Missões - Espalhando Luz em meio às Trevas (Atos 13.47) – Abraçando a Luz

Tema: Missões - Espalhando Luz em meio às Trevas (Atos 13.47) – Abraçando a Luz _Um chamado para fazer Missões

 Meus irmãos e irmãs, filhos do Deus vivo, estou diante de vós hoje com o coração cheio de alegria e paixão, pois a Palavra do Senhor nos falou em Atos 13:47, dizendo: Porque o Senhor assim no-lo mandou: Eu te pus para luz dos gentios, para que sejas de salvação até aos confins da terra.”

 Neste versículo divino, encontramos uma mensagem profunda e transformadora de vida. É uma mensagem de propósito, uma mensagem de esperança e uma mensagem de amor. Vamos mergulhar nas profundezas deste versículo, de onde deriva o nosso tema deste ano (2023) - Missões... Espalhando Luz em meio às Trevas,  e descobrir a verdade que ele contém para cada um de nós hoje.

 1. O Mandamento divino:

A ordem do Senhor é clara e inequívoca. Ele nos fez, Seu povo escolhido, uma luz para os gentios. Não devemos viver escondidos; ao contrário, somos chamados a brilhar intensamente, irradiando o amor e a verdade de Cristo a todos os cantos da terra. Assim como um farol guia os navios com segurança através de águas traiçoeiras, devemos guiar almas para a salvação através das trevas deste mundo.

 2. Abraçando nossa identidade:

Queridos irmãos, como seguidores de Cristo, não somos meros espectadores neste mundo, mas somos instrumentos da graça e do amor divinos. Deus nos gerou de maneira única para cumprir esse propósito. A luz dentro de nós não é de nossa própria criação, mas é o reflexo de Sua gloriosa presença dentro de nós. Quando abraçarmos plenamente nossa identidade como filhos da Luz, brilharemos cada vez mais intensamente, perfurando a escuridão que nos cerca.

 3. Uma Luz para todos:

O mandamento do Senhor de ser uma luz para os gentios nos lembra que Sua graça é abrangente. Não há limites para a salvação que Ele oferece. Cada nação, cada tribo, cada língua - todos são bem-vindos no abraço do amor de Deus. Portanto, não devemos discriminar, mas de braços abertos, estender a mão a todas as almas que precisam de salvação.

 4. Levando a Luz até os confins da Terra:

O chamado para levar a salvação até os confins da terra não é uma sugestão; é um mandato divino. Nossa missão se estende muito além de nossas zonas de conforto e arredores imediatos. Somos chamados a ser missionários, seja em todo o mundo ou em nossa própria vizinhança. Os confins da terra representam também cada pessoa que ainda não encontrou o poder transformador do Evangelho. É nosso dever e privilégio levar-lhes a luz de Cristo, não é uma opção.

 5. Entrando em ação:

Ao contemplarmos as profundezas de Atos 13.47, devemos lembrar que esta Escritura não é um chamado passivo, mas uma comissão ativa. Não basta saber a verdade; devemos vivê-la com fervor e entusiasmo. Saiamos das sombras da complacência e levantemo-nos com coragem para cumprir nossa missão como embaixadores de Cristo.

 Conclusão:

Concluindo, meus queridos irmãos e irmãs, Atos 13.47 é um lembrete divino da tremenda responsabilidade e privilégio que temos como seguidores de Cristo. Chama-nos a ser uma luz brilhante, iluminando as trevas e conduzindo almas ao Salvador. Abracemos este chamado com grande profundidade, frescor e compaixão, refletindo o amor e a graça de nosso Senhor em cada passo que damos.

Que o fogo do Espírito Santo arda em nós, acendendo a paixão pelas almas e o zelo pela missão. Sejamos o testemunho vivo do amor e da salvação de Deus, levando o mundo a vir e experimentar a luz de Cristo.

Ao sairmos desta reunião, lembremo-nos de nossa comissão divina, pois é cumprindo nosso propósito, de levar os perdidos a também caminharem na luz como nós andamos, que realmente encontramos nossa realização mais profunda.

 Amém e Amém!

terça-feira, 1 de agosto de 2023

Tema: Missões - Espalhando Luz em meio às Trevas (Atos13.47) – Luz para as nações

 Tema: Missões - Espalhando Luz em meio às Trevas (Atos13.47) – Luz para as nações

Atos 13:47 (Nova Versão Internacional - NVI) diz:

"Porque assim nos ordenou o Senhor: 'Eu te pus como luz para as nações, a fim de que leves a salvação até os confins da terra'."

Nessa passagem, o apóstolo Paulo está falando na sinagoga de Antioquia da Pisídia, em sua primeira viagem missionária, sobre o chamado que Deus lhe deu para ser um mensageiro do Evangelho aos gentios, ou seja, aos não-judeus. Aqui, encontramos algumas percepções e interpretações profundas na perspectiva evangélica missionária:

1. O propósito missionário: Paulo compreende que Deus o chamou para um propósito específico - ser uma luz para as nações. Isso implica que a mensagem do Evangelho não se limita apenas a um grupo étnico ou a uma nação, mas é destinada a todas as pessoas de todas as culturas e lugares.

2. A salvação através de Cristo: A missão de Paulo é levar a salvação às pessoas. A salvação é um ato gracioso divino, através da fé em Jesus Cristo, e isto não vem de nós, é dom de Deus, para nos reconciliarmos com Ele, perdoando nossos pecados e nos dando vida eterna. Portanto, o coração de Missões é compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo, para que o perdido pecador possa experimentar a redenção e a vida abundante em Deus, como nós já experimentamos, pela Sua graça salvadora.

3. Responsabilidade e obediência ao chamado: A passagem enfatiza que Paulo foi ordenado pelo Senhor para essa missão. Isso ressalta a importância de se submeter à vontade de Deus e cumprir o chamado divino com diligência e fidelidade. Para os evangélicos missionários, o chamado é uma tarefa sagrada que requer dedicação, oração e obediência a Deus.

4. Alcançando os confins da terra: Paulo é chamado para levar a mensagem do Evangelho aos "confins da terra", indicando que a missão é global e abrangente. Isso significa que os missionários têm a responsabilidade de espalhar a mensagem de Cristo além das fronteiras geográficas e culturais, buscando alcançar povos e comunidades que ainda não ouviram o Evangelho. Vale lembrar que essa é a visão da SEMADEM - Secretaria de Missões da Assembleia de Deus em Madureira – www.missoesadmadureia.com.br, que incessantemente busca novos vocacionados, a fim de prepará-los para o Campo Missionário.

5. A importância da luz: Ser uma "luz" para as nações implica em ser um portador da verdade e esperança em um mundo em trevas. Os evangélicos missionários veem a si mesmos como instrumentos de Deus para iluminar as mentes e os corações das pessoas, mostrando-lhes o caminho para a salvação e o conhecimento de Deus, como luz que somos. E não poderia ser diferente, pois esta é a nossa grande missão ‘neste mundo de horror’, outorgada a nós por nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Aleluia! – “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” Marcos 16.15

Essas percepções e interpretações refletem a ênfase missionária desta passagem bíblica. O chamado missionário é visto como uma parte fundamental da missão da igreja, que é compartilhar o amor e a graça de Deus com todas as nações e povos, buscando levar a salvação em Cristo a cada coração humano.

E para quem ainda tem dúvidas de que todos temos o dever de cumprir essa grandiosa missão e ser luz para as nações, por favor, então ouça ainda esta curta e direta mensagem do nosso amado Apóstolo, inspirado pelo Espírito Santo: “Sede meus imitadores, como também eu de Cristo.” 1 Coríntios 11.1

A paz do Senhor

segunda-feira, 31 de julho de 2023

Missões - Espalhando Luz em meio às Trevas (Atos 13.47) - A nossa missão

 Tema: Missões - Espalhando Luz em meio às Trevas (Atos 13.47) - A nossa missão

Em Atos 13:47, o apóstolo Paulo fala de sua missão aos gentios, afirmando: "Porque assim nos ordenou o Senhor: Eu te fiz luz para os gentios, para que leveis a salvação até os confins da Terra.”

 A partir deste versículo, podemos derivar vários ensinamentos profundos:

 1. Propósito Divino: O versículo nos lembra do propósito divino que Deus tem para cada um de nós. Assim como Deus tinha um propósito específico para Paulo ser uma luz para os gentios, também somos chamados a cumprir nossos papéis e missões únicos na vida. Enfatiza a ideia de que cada indivíduo tem um propósito no grande plano de Deus.

 2. Abraçando a Diversidade: A referência a ser uma luz para os gentios destaca a importância de abraçar a diversidade e alcançar pessoas de diferentes culturas, origens e crenças. Ela nos ensina a estender o amor e a salvação de Deus a todos os cantos do mundo, derrubando barreiras e promovendo a unidade entre toda a humanidade.

 3. Espalhando o Evangelho: A mensagem central deste versículo é sobre compartilhar o Evangelho ou as boas novas de Jesus Cristo. Encoraja os crentes a se envolverem ativamente na divulgação da mensagem de salvação para aqueles que ainda não a ouviram. Isso nos lembra da responsabilidade e do privilégio que temos de compartilhar a mensagem transformadora de Cristo aos povos não alcançados, e essa a visão da nossa querida SEMADEM - Secretaria de Missões da Assembleia de Deus em Madureira - Missões Madureira (missoesadmadureira.com.br) 

 4. Compaixão e Empatia: Ser luz para os outros implica iluminar suas vidas com amor, compaixão e empatia. Aprendemos que nossa missão não é apenas pregar, mas também demonstrar o amor e a graça de Deus por meio de nossas ações e interações com os outros povos.

 5. Persistência e Perseverança: Paulo enfrentou inúmeros desafios e oposição em sua missão, mas permaneceu firme em cumprir o chamado de Deus. Este versículo nos ensina o valor da persistência e perseverança diante da adversidade e do desânimo. Nos lembra de permanecermos fiéis ao nosso propósito, mesmo quando o caminho é difícil. (Dar exemplos -testemunhos - de nossas vidas no serviço cristão, bem como de nossos missionários no campo.)

 6. Visão Global: O versículo enfatiza uma visão global para a propagação do Evangelho de Jesus. Encoraja os crentes a ter uma perspectiva mais ampla além de seus arredores imediatos e a considerar as necessidades das pessoas em terras distantes. Isso nos inspira a ter um coração para o mundo e nos engajar ativamente em missões globais. Voltamos a lembrar: essa é a visão da SEMADEM.

 7. Humildade e Obediência: Paulo reconheceu que sua missão não era obra sua, mas uma ordem do Senhor. Este versículo nos ensina a importância da humildade, reconhecendo que nosso propósito e habilidades vêm de Deus. Também ressalta a importância da obediência ao chamado de Deus em nossas vidas.

 Portanto, Atos 13:47 apresenta ensinamentos profundos sobre propósito, diversidade, evangelismo, compaixão, persistência, visão global, humildade e obediência. Ela nos desafia a viver nossa fé de forma autêntica e a participar ativamente em levar a luz de Deus – Jesus - e a salvação ao mundo. Glórias a Deus que nos escolheu para tão nobre missão!

A paz do Senhor!

domingo, 30 de julho de 2023

Missões... espalhando Luz em meio às Trevas (Atos 13:47) - O chamado

 Tema: Missões... espalhando Luz em meio às Trevas (Atos 13.47) - O chamado

Amados, hoje nos reunimos aqui para agradecer e celebrar ao Senhor, em mais um Culto de Missões, pelo nosso grande chamado para espalhar a luz de Deus em meio à escuridão. Nossa inspiração vem das palavras ditas em Atos 13.47, onde assim está escrito:

"Pois assim nos ordenou o Senhor, dizendo: 'Eu te fiz luz para os gentios, para que leveis a salvação até os confins da terra'."

Meus amados irmãos, vocês ouvem essas palavras poderosas? O próprio Senhor nos chamou para sermos portadores de Sua luz, ou seja, para fazer brilhar Sua verdade e amor nos cantos mais escuros deste mundo. Assim como a lua reflete a luz do sol na escuridão da noite, nós, como seguidores de Cristo, devemos refletir Sua luz em meio à escuridão espiritual que mantém muitas vidas nas densas trevas.

À medida que nos aprofundamos no significado desse versículo sagrado, descobrimos a missão divina de alcançar todas as nações e povos, de cruzar fronteiras e barreiras culturais, de preencher a lacuna que há na alma do perdido, pobre e cego pecador. Nossa missão é levar a salvação até os confins da terra, levar a tocha da esperança àqueles que ainda não ouviram o nome de Jesus, o único nome pelo qual podemos ser salvos.

Imagine um mundo mergulhado na escuridão, perdido no labirinto do pecado e do desespero. Pessoas tropeçando nas sombras, buscando propósito e realização, inconscientes do amor divino esperando para abraçá-las. Mas o Senhor nos chamou para intervir, para sermos instrumentos de Sua graça e para estender a mão da salvação aos que estão perecendo.

Irmãos e irmãs, esse mandato divino exige mais do que interesse casual ou entusiasmo momentâneo. Requer dedicação total, compromisso inabalável e oração fervorosa. Os desafios de Missões são muitos, o caminho pode ser árduo e as provações podem ser esmagadoras. No entanto, extraímos força da promessa do Senhor, que declarou que estaria sempre conosco, até o fim dos tempos.

Ao sairmos para o campo missionário, seja através dos mares ou em nossas comunidades locais, lembremo-nos de que não vamos sozinhos. O Espírito de Deus é nosso guia, capacitando-nos com sabedoria, coragem e compaixão para sermos embaixadores eficazes de Cristo. Nossa mensagem é de amor, perdão e reconciliação, e é uma mensagem que transforma vidas e traz esperança aos desesperançados.

Mas não esqueçamos que o trabalho missionário não se limita apenas à pregação. Nossas ações e ações devem estar alinhadas com as nossas palavras. Somos chamados não apenas a falar da luz, mas a vivê-la, a ser testemunhas vivas do poder transformador do amor de Cristo.

Diante da adversidade, lembre-se de que a luz do Senhor penetra até a escuridão mais densa. Nossa tarefa é manter a chama acesa, deixá-la brilhar intensamente através de nós para que outros possam ver o caminho para o Salvador. Ao levarmos a luz de Cristo aos que estão nas trevas, devemos estar preparados para a oposição e a resistência. As forças das trevas não cederão facilmente, mas permanecemos no firme fundamento das promessas de Deus, sabendo que nada pode vencer o poder de Sua verdade. Nada! Aleluia!

Queridos irmãos e irmãs, sejamos ousados em nossa fé, destemidos em nossa busca pelos perdidos e inflexíveis em nossa dedicação à Missões. Somos chamados para fazer a diferença, transformar vidas e levar almas aos braços de um Deus amoroso. Não há chamado mais importante do que esse! Oh glória!

Que sejamos como estrelas no céu noturno, brilhando intensamente contra o pano de fundo da escuridão, levando outros à verdadeira fonte de luz, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Abracemos o chamado de Atos 13:47 com um retumbante "Sim!" e embarquemos nesta missão divina com corações cheios de amor e zelo pela e para glória de Deus! O Todo-Poderoso Deus! Aleluia!

Que Deus nos abençoe abundantemente enquanto espalhamos Sua luz em meio à escuridão. No poderoso e precioso nome de Jesus, nós oramos. Amém!

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

COMO PASSAR POR PROVAÇÕES

Base bíblica:  Tiago 1.2-8,12
Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações…
Alvo da lição:
Saber: Identificar os propósitos de Deus ao nos provar.
Sentir: Desenvolver a submissão a Deus no sofrimento.
Agir: Demonstrar dependência de Deus na provação.
Meditação diária:
Seg – Is 53.1-12
Ter – Jó 1.1-22
Qua – Sl 73.1-28
Qui – Rm 5.1-5
Sex – 1Co 1.3-11
Sáb – Fp 4.10-14
Dom – Ap 21.1-4
Jamais é sugerido no Novo Testamento que o cristianismo seria uma tarefa fácil. Pelo contrário, em vez de prometer uma vida de paz e sossego àqueles que queriam segui-Lo, o Senhor Jesus os advertiu sobre o alto preço do discipulado, dizendo: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me” (Lc 9.23). Ele deixou claro que “se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros” (Jo 10.25). Seus seguidores deveriam saber que seriam enviados “como cordeiros para o meio de lobos” (Lc 10.3), seriam “entregues até por vossos pais, irmãos, parentes e amigos; e matarão alguns dentre vós” (Lc 21.16) e que seriam“odiados de todas as nações, por causa do meu nome” (Mt 24.9).Tudo isso envolve ne­cessariamente uma boa dose de sofrimento; experiência comum aos que carregam sobre os ombros a cruz de Cristo.
Tiago, o irmão do Senhor, aborda o tema do sofrimento cristão de forma breve e prática em sua preciosa epístola. Podemos aprender pelo menos três verdades com o texto que estudaremos hoje: o objetivo do so­frimento; como nos preparar para enfrentá-lo, e o prêmio dos cristãos que chegam triunfantes ao final da jornada de lutas terrenas.

1. Como sorrir se estou sofrendo: O objetivo das provações (Tg 1.2-4)

A inusitada ordem de Tiago no início de sua carta tem deixado muitos cristãos atuais assustados e, alguns, até escandalizados. Noutras palavras, o que ele diz é: “alegrem-se no sofri­mento” (Tg 1.2). A questão é que se tem dito em nossos dias que um cristão verdadeiro não pode sofrer. Em sua maioria, os que ensinam esse erro são defensores da chamada Teologia da Prosperidade. Eles dizem que um crente fiel não pode enfrentar problemas como doença, fome, perseguição, desemprego, ou coisas do gênero. No entanto, na contramão de todo esse pensamento, Tiago não nos manda “exigir” que Deus nos dê a cura, nem sugere que “determinemos” que Ele faça o sofrimento cessar. O que ele diz é: “Alegrem-se nas variadas tribulações que certamente vos sobrevirão” (Tg 1.2).Mas como isso é possível? O que há no sofrimento que possa nos dar alguma razão para nos alegrar?
1.1 Provaçőes multicoloridas (Tg 1.2)
A ordem de Tiago é para que nos alegremos face às várias provações a que estamos sujeitos neste mundo. “Provações” aqui significam adversidades e aflições que enfrentamos como parte inevitável da vida. Não menos espantoso é que ele as menciona no plural, como “várias” provações (palavra que significa “multicolorida”). Ou seja, como cristãos, podemos ser testados em todo tipo de sofrimento, como perseguições sociais (cf. Tg 2.6), doenças (cf. Tg 5.14), crises emocionais, desemprego e afins (cf. 1Pe 1.6; At 14.21-22). Como cristãos, todo sofrimento é por Cristo, não apenas aqueles experimentados como consequência de um ministério ou algo semelhante. Por­tanto, a ordem é: alegrem-se! Os cristãos precisam decidir pela alegria (cf. Rm 8.18-25).
1.2 Provando e aprovando a fé (Tg 1.3)
A chave para manter a alegria cristã em meio às provações é entender o que Deus está fazendo em nós e por nós por intermédio do sofrimento. No versículo 3, ele descre­ve o sofrimento como teste que o próprio Deus aplica para aperfeiçoar nossa fé. Ideia se­melhante é apresentada em 1Pedro 1.6-7, quando o apóstolo compara o efeito das prova­ções em nossa fé ao efeito do fogo ao ouro. Assim como o fogo natural purifica o ouro, o fogo da provação purifica a nossa fé e queima o que é sem valor em nosso caráter. Nesse processo, a dor é inevitável, afinal estamos falando de fogo! No entanto, o ganho sempre compensa as perdas, pois uma fé aprovada é a garantia da entrada no céu (cf. At 14.22). A provação não somente é importante como também, necessária.
A provação da fé gera “perseverança” (cf. Rm 5.3-4). Nas palavras de David Field, “per­severar é se recusar a achar uma saída fácil quando as pressões da vida se tornam particular­mente pesadas. É a firme atitude mental de quem não se curva diante de circunstâncias nem se rende às provações”. Se você decidir permanecer firme na luta, Deus garante lhe manter de pé e mais fortalecido ao final (cf. 2Ts 1.3-8; Hb 10.36; 12.1-3).
1.3 Perseverando para a maturidade (Tg 1.4)
O resultado final desse processo é um cristão maduro. O exercício da perseverança ha­bilita o cristão a encarar a vida pelo ângulo de Deus, ou seja, ele se torna capaz de enxergar a realidade sob a perspectiva da eternidade, de tal modo que a esperança da glória se torna o motivo de sua alegria e o objetivo de sua vida. O que tem impressionado o mundo ao presenciar o martírio de cristãos em vários lugares, ontem e hoje, não é que eles morrem resmungando ou amaldiçoando, mas cantando. Eles se tornaram capazes, pelo exercício da fé, de apreciar o encontro com Cristo como o bem mais precioso e desejado (cf. Sl 73.23-26).
Ninguém jamais cresce em tempos de paz. As verdadeiras e mais profundas lições da vida aprendemos na escola do sofrimento. Somente a dor nos mostra quanto somos inca­pazes e necessitamos de Deus. Nas fornalhas do sofrimento, somos convidados a desistir da autoconfiança para depender exclusivamente de Deus. Não podemos fingir que a dor não é real. Porém podemos, pela graça de Deus, experimentá-la como primeiro passo necessário (e breve) rumo ao gozo eterno nos céus (cf. 1Pe 4.12-13). Um cristão maduro pode alegrar-se ante o sofrimento porque está convencido do amor de Deus que se revela mesmo no fogo da provação (cf. Hb 12.3-7, 11). Ele pensa e vive como Paulo (cf. Fp 3.7-11).
Satanás se aproveita da provação para destruir a nossa fé; enquanto Deus utiliza a provação para fortalecer a nossa fé. Você tem aproveitado os momentos de teste para fortalecer sua fé em Deus? Ou tem desperdiçado a oportunidade de crescer?

2. Preparando-se para o teste: a sabedoria cristã (Tg 1.5-8)

Um cristão maduro tende a receber a tribulação de Deus com a mesma mão agradecida com que recebe a bonança. De modo contrário, o imaturo fica desorientado e é geralmente rápido em murmurar e amaldiçoar a vida quando a fornalha “esquenta”. Qual o segredo por trás dessas reações diversas?
Tiago concluiu o versículo 4 com a expressão “em nada deficientes” (ou “em nada tendo fal­ta”). Então, ocorreu-lhe que talvez faltasse ainda alguma coisa para que aqueles cristãos fossem maduros e, portanto, capazes de encarar o sofrimento corretamente: sabedoria é o “segredo”.
2.1 Sabedoria năo se adquire na faculdade
Há quem pense que um homem sábio é necessariamente um homem culto. Porém, é possível alguém ser um gênio da matemática ou da teologia, por exemplo, e ao mesmo tempo ser um tolo, em quem falta sabedoria. O contrário também é verdadeiro: é possível alguém ter grande sabedoria mesmo nunca tendo frequentado a escola formal. Isso porque a verdadeira sabedoria tem a ver com o temor do Senhor.
Em Provérbios 9.10, Salomão nos diz que “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria”. Sabedoria espiritual é a capacidade de discernir a vontade de Deus e aplicá-la a situações práticas do dia a dia (cf. Pv 2.10-19; 3.13-14; 9.1-6). Ela é fruto de um relacionamento íntimo com Deus, o qual é baseado no conhecimento e na vivência das Escrituras Sagradas. Essa sabedoria habilita o cristão a discernir o melhor curso de ação a seguir em momentos de aperto (cf. Ec 8.5-6), assim como o capacita a utilizar os momentos de provação positivamente, para o fortalecimento da fé.
2.2 Năo tenho sabedoria! E agora, o que fazer?
Se você acha que carece de sabedoria espiritual e deseja possuí-la ou simplesmente for­talecê-la, Tiago lhe diz o que fazer: “peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impro­pera; e ser-lhe-á concedida” (Tg 1.5). O nosso Deus é dadivoso e nos dá o que lhe pedimos sem exigir algo em troca, desde que esse pedido esteja de acordo com Sua vontade (cf. 1Jo 5.14). Portanto, anime-se! Pois é vontade de Deus que tenhamos sabedoria!
A única coisa que você precisa fazer é pedir. Há duas maneiras de fazer isso:
  1. com fé (Tg 1.6) – Ter fé é estar seguro de que Deus vai cumprir o que prometeu, e estar convicto de que Ele está no controle da situação, mesmo quando não conseguimos entendê­-la ou enxergar a solução (cf. Hb 11.1). Somente pedidos feitos com fé serão atendidos por Deus (cf. Mt 21.21-22).
  2. com dúvidas (Tg 1.6-8) – Duvidar significa estar dividido entre dois pensamentos ou atitudes de lealdade. O que duvida está sendo infiel e pondo o caráter de Deus em xeque. Para que entendamos melhor o que isso significa, Tiago “pinta” três retratos dos que duvidam.
– Primeiro retrato – uma onda no mar (Tg 1.6)
Assim como as ondas do mar estão em constante movimento e nunca apresentam a mesma aparência, são essas pessoas no relacionamento com Deus. Hoje acreditam, mas amanhã duvidam. Em uma semana, decidem ser alunas regulares da escola bíblica, mas ninguém é capaz de encontrá-las novamente na igreja duas semanas depois.
– Segundo retrato – um esquizofrênico no espelho (Tg 1.8)
Assim como pessoas com duas personalidades, essas pessoas sãodipsychos, “Duas mentes” (cf. Tg 4.8). Por um lado, querem agradar a Deus; mas por outro, desejam algo mais no mundo. Oram como Agostinho certa vez orou: “Senhor, faz-me puro, mas não agora”. Ou cantam o verso: “tudo a ti, Jesus, entrego; Tudo, tudo deixarei”, e no coração sussurram: “mas não posso esperar até o casamento para praticar sexo”.
– Terceiro retrato – o andar de um bêbado (Tg 1.8)
Assim como um bêbado errante, que muda seu caminho a cada passo, são as pessoas que duvidam. Sempre inconstantes em seus caminhos, são incapazes de se manter fiéis a um único senhor (cf. 1Rs 18.21).
Em Romanos 8.28, Paulo diz que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”. É sempre mais fácil acreditar nessas palavras em momentos de paz. Ao mencionar “todas as coisas”, ele inclui as boas e as más. Você acredita mesmo nisso? Como essa verdade deve direcionar a maneira pela qual você reage ao sofrimento?

3. O prêmio final: a Coroa da Vida (Tg 1.12)

Além do benefício da maturidade espiritual que o sofrimento produz no tempo presente, Tiago ainda menciona um prêmio final para aqueles que perseverarem até o fim.
A vida cristã pode ser comparada a uma corrida de obstáculos. O cristão encontrará muitas dificuldades ao longo de sua jornada, muitos altos e baixos, pedras e buracos pelo ca­minho. No entanto, ao cruzar a linha de chegada, ele receberá a recompensa por todas as lutas travadas. Não apenas o primeiro colocado, mas todos os que a cruzarem receberão o prêmio.
Os que suportam a provação com perseverança são chamados de bem-aventurados, ou felizes (cf. Mt 5.10-12). É maravilhoso pensar que a alegria cristã não é uma “loteria”. Não depende de boas notícias ou promoção no emprego. Não se resume a um rápido momento de euforia. Pelo contrário, é uma bem-aventurança cuja essência é o próprio Deus; um conten­tamento estável que independe de situações externas. É uma bênção que mantém os cristãos satisfeitos em Deus mesmo em meio à dor da provação (cf. 2Co 12.7-10; Rm 8.18).
Tiago diz que os que suportam com perseverança a provação receberão a coroa da vida. A coroa simboliza glória e honra e, sendo a coroa da vida, simboliza ainda a vida abundante e real que somente o cristão genuíno pode desfrutar. Paulo também esperava receber uma coroa ao final de sua jornada de lutas e provações (2Tm 4.6-8; cf. 1Pe 5.1-4; Ap 2.10).
É possível que na jornada enfrentemos a dor da perda de pessoas queridas, de enfermida­des, da solidão e diferentes níveis de perseguições. No entanto, Cristo nos garante a verdadeira vida que nem a morte é capaz de usurpar. Vale a pena sacrificar tudo por Deus! Nós podemos cantar com Martinho Lutero: “Se temos de perder filhos, bens, mulher; se tudo se acabar e a morte enfim chegar; com Ele reinaremos”(Salmos e Hinos, nº 640).
O missionário Jim Elliot, martirizado em 1956, no Equador, por índios que ele e sua equipe evan­gelizavam, disse: “Não é tolo quem entrega o que não pode reter, para ganhar o que não pode perder”. Pelo que você tem sofrido? Isso durará para sempre? O que tem sido seu objetivo de vida em lugar da glória de Deus?
Conclusăo
A ordem bíblica para a nossa vida é simples: primeiro, sofrimento; depois, glória (cf. 1Pe 1.11; 4.13; 5.1). No entanto, é grande o número de pessoas que tentam pular a pri­meira etapa da vida cristã exigindo prosperidade e sossego no mundo. Elas buscam relaciona­mento com Deus em troca dos benefícios que Ele pode lhes dar. Querem um Deus servidor, que lhes dê tudo o que exigem. Será que essa atitude não demonstra um amor a Deus baseado apenas nos milagres que Ele pode fazer? E quanto a você? O seu amor a Deus está baseado no que Ele pode lhe dar ou em quem Ele é? Você continuaria amando o Senhor se Ele tirasse tudo o que você tem? (cf. Jó 1.21-22; Fp 3.7-11).
Cristo jamais nos prometeu uma jornada fácil, mas garantiu que estaria conosco todos os dias (Mt 28.20), compadecendo-se de nossas dores (Hb 4.15), ajudando-nos a carregar o nosso fardo e levando-nos a salvo para o gozo eterno (Jo 14.1-3; 16.33). Portanto, tenha paciência ao passar pela provação. Lembre-se de que Deus tem o tempo perfeito para todas as coisas e certamente concluirá com glória o que começou com dor (cf. Tg 5.7-11). O maior exemplo de sofrimento é o próprio Senhor Jesus (1Pe 2.18-25). Se você acha sua vida injusta ou dema­siadamente difícil, pense um pouco nos sofrimentos Daquele que jamais pecou (cf. Is 53). Ele escolheu sofrer por você (Jo 10.17-18). Você está disposto a escolher sofrer por Ele?
Em vez de murmurar, resmungar ou se revoltar contra Deus em momentos difíceis, reaja com alegria por saber que Deus está lhe aperfeiçoando para o grande dia de nosso encontro com Ele nos céus (cf. 1Pe 1.3-9). Reaja com a alegria de quem tem o seu tesouro nos céus e consegue enxergar os benefícios de uma fé madura, purificada pelo fogo das provações. A dor pode até lhe fazer gemer, mas que ela não tenha poder para lhe fazer murmurar contra Deus. Só depende de você!
Autor da Lição:  Diego dy Carlos Araujo Alves
>> Estudo publicado originalmente pela Editora Cristã Evangélica, na revista “Tiago: Vivendo a Fé Cristã”, da série Adultos. Usado com permissão. (Extraído do http://ultimato.com.br/sites/estudos-biblicos/)

sábado, 7 de fevereiro de 2015

O Simples Plano da Salvação de Deus

Meu amigo: Eu estou fazendo-lhe a pergunta mais importante da sua vida. Sua alegria ou tristeza para toda a eternidade depende de sua resposta. A pergunta é: Você é salvo? Não é uma questão de quanto você é bom, nem se você é um membro da igreja, mas você é salvo? Tem certeza de que irá para o céu quando morrer?

A Palavra de Deus diz que para ir para o céu, você deve nascer de novo. Em João 3.7, Jesus disse a Nicodemos: "Necessário vos é nascer de novo."

Na Bíblia, Deus nos dá o plano de como nascer de novo o que significa ser salvo. Seu plano é simples! Você pode ser salvo hoje. Como?

Primeiro, meu amigo, você deve perceber que você é um pecador. "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Romanos 3.23).

Porque você é um pecador, você está condenado à morte. "Porque o salário [pagamento] do pecado é a morte" (Romanos 6.23). Isto inclui a separação eterna de Deus no inferno.

". . . que aos homens está ordenado morrerem uma vez, mas depois disso o juízo” (Hebreus 9.27).

Mas Deus te amou tanto que deu o seu Filho unigênito, Jesus, para levar teus pecados e morrer em seu lugar. ". . . Ele se fez [Jesus, que não conheceu pecado] pecado por nós. . . para que pudéssemos ser feitos justiça de Deus nele " (2 Coríntios 5.21).

Jesus teve que derramar o Seu sangue e morrer. "Porque a vida da carne está no sangue" (Levítico 17.11). ". . . sem derramamento de sangue não há remissão [perdão] " (Hebreus 9.22).

". . . Deus prova o seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós " (Romanos 5.8).

Embora não possamos compreender como Deus disse: meus pecados e seus pecados foram colocados sobre Jesus e Ele morreu em nosso lugar. Ele se tornou nosso substituto. É verdade. Deus não pode mentir.

Meu amigo, "Deus. . . a todos os homens em todos os lugares se arrependam " (Atos 17:30). Este arrependimento é uma mudança de mente que concorda com um Deus que é pecador, e também concorda com o que Jesus fez por nós na Cruz.

Em Atos 16.30-31, o carcereiro de Filipos perguntou a Paulo e Silas: ". . . "Senhores, que devo fazer para ser salvo?" E eles disseram: "Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo. . . '".

Basta crer nEle como aquele que carregou teu pecado, morreu em seu lugar, foi sepultado, e que Deus ressuscitou. Sua ressurreição poderosamente garante que o crente pode reivindicar a vida eterna quando Jesus é recebido como Salvador.

"Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, aos que creem no seu nome" (João 1.12).

"Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo." (Romanos 10.13).

“Todo aquele que” inclui você. Será salvo não significa, talvez, nem pode, mas será salvo.

Certamente, você percebe que é um pecador. Agora, onde quer que esteja, arrependendo-se, levante o seu coração a Deus em oração.

sábado, 4 de outubro de 2014

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